Visita a Aldeia KRUKUTU
Gostaria de deixar registrado, que dentro da VIII Semana dos Povos Indígenas, de São Bernardo do Campo, houve excursão para visita à aldeia Krukutu.
A visita foi monitorada, pela Sra. Dina, por sinal muito gentil, dia 21 de abril, com saída logo cedo ( 8horas) .
O objetivo dessa atividade foi propiciar aos visitantes o conhecimento dos vários aspectos da vida social e cultural tradicional das comunidades indígenas Guarani Krukutu.
Na nossa percepção essa aldeia está muito bem apoiada pelo governo de São Paulo, com escola local, posto de saúde, luz, água, internet, telefone entre outros. Percebi que há falta de higiene tanto pessoal como nos locais públicos freqüentados por todos, mostrando falta de atenção por parte dos índios.
A lenda da mandioca é um exemplo do folclore dos índios tupis. Ela explica a origem desta raiz que é um dos principais alimentos dos povos indígenas brasileiros. Na aldeia que visitamos eles não plantam mandioca, uma pena.... compram em mercado!!! Lá só plantam banana.
De acordo com a lenda, uma índia tupi deu a luz a uma indiazinha e a chamou de Mani. A menina era linda e tinha a pele bem branca. Vivia feliz brincando pela tribo. Toda tribo amava muito Mani, pois ela sempre transmitia muita felicidade por onde passava.
Porém, um dia Mani ficou doente e toda tribo ficou preocupada e triste. O pajé foi chamado e fez vários rituais de cura e rezas para salvar a querida indiazinha. Porém, nada adiantou e a menina morreu.
Os pais de Mani resolveram enterrar o corpo da menina dentro da própria oca, pois esta era a tradição e o costume cultural do povo indígena tupi.
Os pais regaram o local, onde a menina tinha sido enterrada, com água e muitas lágrimas.
Depois de alguns dias da morte de Mani, nasceu dentro da oca uma planta cuja raiz era marrom por fora e bem branquinha por dentro (da cor de Mani).
Em homenagem a filha, a mãe deu o nome de Maniva à planta.
Curiosidade:
No Brasil, a mandioca possui vários nomes (variam de região para região), como, por exemplo, aipim, macaxeira, maniva, castelinha, mandioca-mansa, entre outros.
Você sabia que Escola Sabor & Saber Gastronomia, com o Convivium Grande ABC-SP comemora todos os anos, o Dia Nacional da Mandioca ?
Sim, neste anovamos comemorar, no dia 24 de Abril (4ª-feira - manhã e tarde), com as crianças da Fundação Criança de São Bernardo do Campo. Aguardem notícias....
Para comemorar uma receita saborosa e simples.
Bolinho mandioca e atum
Modo de Preparo: Misture bem todos os ingredientes modele os bolinhos pequenos, passe na farinha de rosca. Leve para gelar um pouco antes de fritar. Fritar em óleo quente. Colocando-os em papel absorvente antes de servir.
Importante: Podemos também untar (pincelar) uma forma com óleo e colocar os bolinhos um ao lado do outro e levar para assar em forno 180o.C, por 30 minutos.
Rendimento: 30 bolinhos
Ana, querida, parabéns pela sua reportagem. Eu colocaria ainda que em algumas regiões do Brasil, especialmente norte e nordeste, mandioca só serve para fazer farinha. Para comer é a macaxeira.
ResponderExcluirEsses índios estão bastante evoluídos, veja em http://krukutu.blogspot.com.br/. Está parado em 2012, mas contém alguma coisa importante sobre p idioma guarani.
Ana, querida, parabéns pela sua reportagem. Acrescentaria que em vários lugares do Brasil, especialmente norte e nordeste consideram madioca apenas aquela destinada à farinha. Para comer, é a macaxeira ou aipim.
ResponderExcluirEsses índios que vc visitou estão bem evoluídos em termos tecnológicos, veja em http://krukutu.blogspot.com.br/. O destaque fica com o idioma guarani, mas percebe-se que não fazem isso sozinhos.
Ana, querida, parabéns pela sua reportagem na aldeia. Eu ainda acrescentaria que fica em Parelheiros e, sobre a mandioca, que em vários lugares do Brasil, mandioca é aquela destina à farinha. Para comer, assume outros nomes, como macaxeira ou aipim.
ResponderExcluirEsses índios estão tecnologicamente evolídos, talvez com alguma ajuda externa. Veja o blog http://krukutu.blogspot.com.br/, onde especialmente o idioma guarari é tratado, depois de um convite para visitar a aldeia.