Confira uma receita de Moqueca sem leite de coco e dendê, que o pessoal do Espirito Santo adora!
Neste mês de março com a chegada da Semana Santa, o consumo de peixes aumenta consideravelmente, por isso estamos publicando um Moqueca Capixaba!
MOQUECA CAPIXABA
Ingredientes:
-1 colher (sopa) de azeite de urucum
-2 dentes de alho -2 cebolas cortadas em rodelas
-1 pimentão verde grande cortado em rodelas finas
- 1 pimentão grande vermelho cortado em rodelas
-3 tomates maduros cortados em rodelas
- temperos: sal, noz-moscada, pimenta, salsa ou coentro, cebolinha, coentro a gosto
- 700g de robalo ou filés do peixe de sua preferência
- suco de 1 limão grande
OBS:
OBS:
-óleo de urucum: fritar ½ xícara de azeite,
-½ xícara de óleo de soja e
-2 colheres (sopa) de sementes de urucum.
Aqueça até o óleo ficar bem amarelo.

1.Tempere o peixe com alho picado, sal e suco de limão.
2.Numa panela média aqueça o azeite de urucum e arrume em camadas: a cebola, o tomate, o peixe, o pimentão verde e vermelho, os temperos, o peixe, regue com azeite de urucum. Leve para cozinhar em fogo baixo. Ao servir decore com salsa ou coentro.
DICA: Preparar a receita em panela de barro e servi-la à mesa bem quente.

Publicado em Terça, 12 Março 2013 19:42
Escrito por GT Slow Fish Brasil
Com a pesca, assim como com a agricultura, o Slow Food acredita firmemente que cada indivíduo pode contribuir em algum nível para mudar os mecanismos de um sistema alimentar globalizado baseado na exploração intensiva de recursos.
Com a sua forte experiência internacional e local, o movimento está convencido de que só podemos trazer mudanças, retornando às origens dos alimentos, colocando a curiosidade e o prazer ao serviço de escolhas responsáveis.
Estamos redescobrindo o diferente, os sabores esquecidos, as espécies locais. Que tendem a cair no esquecimento num mercado globalizado e massificado. Recuperando receitas antigas, novas e atualizadas. Estamos buscando recuperar a sabedoria tradicional de comunidades de pescadores, que muitas vezes não mudaram muito suas práticas de pesca ancestrais, as dietas de gerações passadas, e os recursos conhecidos e desconhecidos guardados por mangues, rios, lagos e mares. Tudo isso faz parte da nossa história e nossa identidade. Medidas assim, a longo prazo vão formando tendências que despressurizam impacto sobre determinados nichos de produção intensificados, trazendo diversidade às escolhas. Toda a cadeia de produção entra num fluxo de melhor equilíbrio.
Neste espírito, a campanha internacional Slow Fish aporta no Brasil lançando iniciativas e compartilhando material de consulta que promova a pesca artesanal, as espécies negligenciadas, o consumo consciente e responsável, e inspirem a reflexão sobre as condições e gestão dos recursos marinhos e continentais.
Para ter alguma chance de sucesso em harmonizar de fato os movimentos da natureza e das necessidades do homem, esta reflexão deve começar em nível local.
Estamos redescobrindo o diferente, os sabores esquecidos, as espécies locais. Que tendem a cair no esquecimento num mercado globalizado e massificado. Recuperando receitas antigas, novas e atualizadas. Estamos buscando recuperar a sabedoria tradicional de comunidades de pescadores, que muitas vezes não mudaram muito suas práticas de pesca ancestrais, as dietas de gerações passadas, e os recursos conhecidos e desconhecidos guardados por mangues, rios, lagos e mares. Tudo isso faz parte da nossa história e nossa identidade. Medidas assim, a longo prazo vão formando tendências que despressurizam impacto sobre determinados nichos de produção intensificados, trazendo diversidade às escolhas. Toda a cadeia de produção entra num fluxo de melhor equilíbrio.
Neste espírito, a campanha internacional Slow Fish aporta no Brasil lançando iniciativas e compartilhando material de consulta que promova a pesca artesanal, as espécies negligenciadas, o consumo consciente e responsável, e inspirem a reflexão sobre as condições e gestão dos recursos marinhos e continentais.
Para ter alguma chance de sucesso em harmonizar de fato os movimentos da natureza e das necessidades do homem, esta reflexão deve começar em nível local.
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