
As grandes chaves do Terra Madre- Turim 2010, foram as diversidades e lingüísticas, em reconhecimento à necessidade de defesa de grupos étnicos minoritários e línguas indígenas, com uma apreciação do valor da tradição oral e da memória. Num grande estádio olímpico, lotado de pessoas vindas de mais de 150 países, a cerimônia de abertura foi marcada por representantes de comunidades indígenas de todos os continentes do mundo, falaram em seus idiomas nativos, tendo tradução simultânea para oito línguas.
Na abertura oficial a dança tradicional da Macedônia seguida de um espetáculo de música apresentado por crianças de todo o mundo no coral e na orquestra, as Pequenas Huellas alegravam o público. Ao som de Tudo Cambia (Tudo Muda) as bandeiras do mundo inteiro brilhavam. Em cada apresentação uma emoção. Palavras, bençãos e cantos sobre alimentos a natureza e seu povo.
Carlo Petrini (Presidente do Slow), a Prefeitura e uma centena de famílias de Turim, acolheram em suas casas, muitos participantes indígenas, comunidades e pequenos produtores que foram ao Terra Madre e que trabalham com o alimento bom, limpo e justo.
Terra Madre, um acontecimento mundial para ajudar o mundo a mudar os hábitos de consumo, e conscientizar o homem a não destruir seu valor, suas tradições e a sua cultura. Carlo Petrini, em ato de ousadia disse que: “os índios, os agricultores, as mulheres e os velhos são as pessoas que vão salvar e proteger o nosso planeta Terra”.
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